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Arte autodefinida

  • 12 de jul. de 2024
  • 1 min de leitura

Na década de 1960, vários artistas distanciaram-se da ideia de que a arte deve representar algo real. Piero Manzoni foi um desses artistas. Em "Achrome", Manzoni destaca qualidades como simplicidade, harmonia e repetição.


Descritos por Manzoni, que se inspirou muito nos escritos psicanalíticos de Freud e Jung da época, como 'totens', os seus "Achromes" eram essencialmente não-imagens - presenças materiais comprovadamente reais que articulavam apenas as suas próprias propriedades formais e materiais.



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