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"Divisibilidade indefinida"

  • 5 de jan.
  • 1 min de leitura

Pintor autodidata, Yves Tanguy juntou-se ao movimento surrealista em 1925. Criando muito através do automatismo, as suas pinturas revelam uma desconcertante qualidade onírica. Imersos num universo ditado pelo seu inconsciente, as suas paisagens cartilaginosas proporcionam uma nova leitura do movimento surrealista.


Em "Divisibilité indéfinie", que Tanguy pintou depois de se mudar para os Estados Unidos, uma estrutura misteriosa domina o primeiro plano e lança uma sombra escura. Nesta obra, o espaço parece infinito, como um deserto sem fim. A atmosfera é densa e opressiva, mas também penetrada por uma luz forte e quente.



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