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"Vim ao mundo na casa e a casa era o mundo"

  • 30 de dez. de 2024
  • 1 min de leitura

"Leio na «História da Literatura Portuguesa» de António José Saraiva e Óscar Lopes que a Marquesa de Alorna escreveu poesia cientista, escreveu umas «Recreações botânicas», e que escreveu também uma autobiografia em «prosa verdadeiramente familiar».

É ao que aspiro."

Adília Lopes


Apreciadíssima por alguns, que viam na sua obra uma singularidade e novidade indiscutíveis, menos valorizada por outros, e até significativamente ignorada por outros ainda, Adília Lopes, que nos deixou, produziu uma escrita de traços inconfundíveis.



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