Existencialista
- 20 de jun. de 2024
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«Examinemos mais de perto esse paradoxo: a liberdade, sendo escolha, é mudança. Define-se pelo fim que projeta, ou seja, pelo futuro que ela tem de ser. Mas, precisamente porque o futuro é o estado-que-ainda-não-é daquilo que é, só pode ser concebido em estreita conexão com aquilo que é [...] aquilo que é, portanto, é o passado.»
Mesmo que o passado esteja circunscrito, pode muito bem ser vivenciado pelo indivíduo a partir de um projecto presente, como tal, aquilo que passou é factor constituinte e indispensável da vivência humana. Nesse aspecto, a liberdade apresenta-se como uma probabilidade de mudança, pois desenvolve-se com vistas a um projecto.
Famoso pelas suas ideias existencialistas e obras seminais, as contribuições intelectuais do filósofo francês Jean-Paul Sartre continuam a inspirar o discurso crítico até hoje.










